Deliciosamente brincar com a dinâmica de meus dedos,
Contando histórias em encruzilhadas, de marcações, trocadilhos, ciladas...
Posso supor, imaginar o óbvio. Reconstruir tudo em meu crânio de ferro.
Posso plantar sementes de plantas venenosas em vasos de orquídeas, de lírios, de rosas.
O que eu tenho em mãos, é meu pela tomada. Gosta de sê-lo.
O que eu criei, segundo minha própria lei, fiz com uma delicada dedicação.
Tomei-lhe a contramão, afundei em minhas regras. As quebrei, sem nenhum rédea, as domei sem dominação.
Com um refinamento,
Tão particular,
De tomar espaços desertos e chamá-los de lar.
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