Todo nada
era um monte de tudo
que encontrou um escudo
que não encontrou espelho.
Esse nada,
há pouquíssimos minutos
era um monte de tudo
era um monte de beijo.
Era um apelo
escondido no escuro
pedindo um pedaço de pão
um pedaço de zelo.
Procurando
nuns olhos nus, uma crueza
uma certa beleza
de quem dá amor mesmo.
Esse nada
é um monte de mágoa
é lágrima de fada
perante a violência de quem cala.
Eu podia falar muito sobre o pouco
sobre o claro do luto
mas me ausento agora
de nadar sobre o tudo.
só pra você saber: lido em 19/09/2013, às 08:33!
ResponderExcluirheheheh
portanto, continue postando!
ahh, e não é surpresa nenhuma, mas vou dizer mesmo assim: gostei muito!