Você é este labirinto cheio de medos e mentiras
Caminhos de precipício, velhas modas, tortas linhas.
Eu me pergunto o que o espelho te mostra quando está sozinha
A aposta da próxima vez, arte retórica de gueixa antiga
E se não te satisfaz o sangue que suga, por que o faz?
Só de sugar, vulgarizar: Tua própria rotina, raro efeito de ar.
Então perde-se em desconexas tentativas vãs de uma arte mestra.
Articulando com a própria mão, a manobra mais diabética.
Porém vomita todo essa açúcar. Não lhe é natural e não vê a lacuna.
Cai como folha seca, sem compreender a origem da ventania,
E com estes olhos cristalizados pelos mais vulgares laços, como poderia?
Me poupe de sua condescência, suas palavras falhas de eloquência;
Não tem mais fim nenhum para meus maus meios justificar.
E se não te agradam meus métodos, mais pragmáticos que dialéticos...
Até mais, Sabiá. Vai pra lá, vou pra lá...
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