domingo, 3 de abril de 2011

Lidar com o amor morto é fácil.
Mas o que fazer com o amor que ainda não morreu?
O que fazer quando uma das pontas daquele laço ainda se debate,
reluta e resiste, sem nenhuma conformidade?
E quanto mais a gente pisa nela e pede que silencie de vez,
mais ela força seus pulmões já fracos, porém ainda cheios
de indignação, e agoniza lentamente?
O que fazer com essa ponta solta, essa ponta só, se a outra
extremidade desse laço já, há tanto tempo, descansa em paz?

2 comentários:

  1. mata, se vc pensar num amor como algum servivo sofrendo, é melhor matar e acabar com o sofrimento do que deixar morrer aos poucos.

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