terça-feira, 20 de setembro de 2011

Meet me on the equinox



A primeira estrela despontou no extremo nórdico. Extremo sórdido.
Uma estrela apontou no extremo oriente. Apontou sua rota, extremamente quente. 
Golpes de luz, prismas de energia. A aurora boreal as envolveu; Véu de densa magia.
Talvez elas se encontrem.
Talvez no cair da noite da mais noturna das ruas elas se cruzem.
Talvez se vejam nuas. De preconceito e sujeira lunar estejam cruas.
Duas estrelas despontaram no inócuo infinito.
Será que elas se encontrarão
ou serão apenas delírio lírico?

4 comentários:

  1. Também quero ver uma Aurora Boreal, quando formos ciganas com certeza veremos!

    Bom eu achei esse aqui mediano, porém legal, o assunto dele é legal, mas comparado com o de baixo, prefiro o de baixo

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  2. Kristrela, Kristrela, parabéns por este poema lucidamente belo.

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