A primeira estrela despontou no extremo nórdico. Extremo sórdido.
Uma estrela apontou no extremo oriente. Apontou sua rota, extremamente quente.
Golpes de luz, prismas de energia. A aurora boreal as envolveu; Véu de densa magia.
Talvez elas se encontrem.
Talvez no cair da noite da mais noturna das ruas elas se cruzem.
Talvez no cair da noite da mais noturna das ruas elas se cruzem.
Talvez se vejam nuas. De preconceito e sujeira lunar estejam cruas.
Duas estrelas despontaram no inócuo infinito.
Será que elas se encontrarão
ou serão apenas delírio lírico?
Também quero ver uma Aurora Boreal, quando formos ciganas com certeza veremos!
ResponderExcluirBom eu achei esse aqui mediano, porém legal, o assunto dele é legal, mas comparado com o de baixo, prefiro o de baixo
Kristrela, Kristrela, parabéns por este poema lucidamente belo.
ResponderExcluirTu nem vais a aula.
ResponderExcluirTava doente. =/
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