quinta-feira, 25 de novembro de 2010

É isso aí, meus caros.

É como a gente escuta nas histórias. Quando crianças, se amavam. Crescem, alguma coisa - ou nada - acontece e de algum modo, tudo muda. Primeiro se odeiam, depois indifere. - Deus, como o nada fere.
-Eu nunca achei que ia incorrer no erro.
É normal. Separa, junta, separa, junta, gasta. Nulo.
-Somos todos humanos, baby. Estatísticas das tais histórias - Lorotas. Se puder, ensine diferente aos seus filhos. Talvez... não sei.
Disse-me que é necessário uma força de espírito imensa para não cair no habitual. - É normal?
Quem dera vivêssemos numa terra de pressão onde a maior aspiração fosse ser forte. - Mas não é. Não almejamos as virtudes certas. Sequer almejamos virtudes.

-Tem gente que tem o olho vazio. Aqui mesmo, nessa terra, no aclamado Brasil!
-Se olha no espelho. Não, não. Me olha no espelho.
-Me olha no espelho.

Um comentário:

  1. Não entendi muito bemesse, mas ele quer dizer a mesma coisa que o de baixo né?

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