domingo, 8 de março de 2009

Sobre algum momento emo, começo de 2009.

Mas eu não sei de nada. E o pouco do que eu não sabia já se perdeu.
E nada existe, meu caro. Acostume-se a essa eterna terra de ninguém, acostume-se ao
infinito breu.

(Ela não podia engolir aquela pavorosa noite que era mais pesada que ela, que
era mais pesada que tudo.
Ela não podia engolir mais daquele líquido escuro, ela não podia se drogar com a
ilusão deprimente que o espelho lhe mostrava, por Deus, ela não podia mais sequer
se chamar de gente!!)

Nenhum comentário:

Postar um comentário